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05/05/09

Excitações da puberdade

Anda tudo excitadissimo com a questão do bloco central. Culpa do dr. Cavaco, que no 25 de Abril veio pôr tal desiderato na cabeça de comentadores, jornalistas e políticos.

Acho espantoso que tal assunto preocupe agora quem quer que seja, mas ainda mais me espanta que tal hipótese seja vista como incomum e esdrúxula.

Santa ingenuidade!

Pois não vivemos uma prática política tipo bloco central?
Pois não gramamos um tachismo idem idem?
Pois não temos uma corrupção light como a do primeiro bloco central propriamente dito?
Pois não vivemos numa social-liberal-democracia do mesmo tipo?
Pois haverá alguma diferença substancial entre esta maioria absoluta e uma maioria absoluta dos 2 do centrão?

E se fossem apanhar gambuzinos?

(Bloco e PCP andam radiantes com essa azáfama. Enquanto o pau vai e vem...)

28/11/08

La salvación

 

Ésta es una historia de tiempos y de reinos pretéritos. El escultor paseaba con el tirano por los jardines del palacio. Más allá del laberinto para los extranjeros ilustres, en el extremo de la alameda de los filósofos decapitados, el escultor presentó su última obra: una náyade que era una fuente. Mientras abundaba en explicaciones técnicas y disfrutaba de la embriaguez del triunfo, el artista advirtió en el hermoso rostro de su protector una sombra amenazadora. Comprendió la causa. “¿Cómo un ser tan ínfimo” -sin duda estaba pensando el tirano- “es capaz de lo que yo, pastor de pueblos, soy incapaz?” Entonces un pájaro, que bebía en la fuente, huyó alborozado por el aire y el escultor discurrió la idea que lo salvaría. “Por humildes que sean” -dijo indicando al pájaro- “hay que reconocer que vuelan mejor que nosotros”.

Adolfo Bioy Casares LINK

12/01/08

Blogs

BASTA! post do bem haja que transcrevemos:

Há por aí uma gajada cada vez mais sinistra.
Agora pegou moda chamar ao 1º Ministro fascista - num espúria aliança de personalidades de todo o espectro político.
A desmedida de tais ataques, a desporporção entre os qualificativos dos actos e os próprios actos é espantosa, sobretudo quando tem entre os protagonistas de tão vesgo e inconfessável comportamento pessoas com passado político e profissional repeitável e respeitado.

Já se esqueceram de como era?

26/12/07

BIRD

Era uma vez um saxofonista que gostava de drogas e álcool. Chamava-se Charlie Parker, BIRD de petit nom.
Era um génio e um viciado, coisas altamente compatíveis. E terríveis na sua beleza criativa e destruidora.
Bird morreu muito jovem e muito velho.
Hoje lembrei-me dele e ouvi-o.
Está aqui comigo: bêbado, injectado e swingando como ninguém mais.
Terá mesmo morrido?
E Lester Young?